domingo, 31 de maio de 2009

Trading FFCP X.1

Aposta 1 e Classificação Geral

sábado, 30 de maio de 2009

[Comunicado] FCP

28-05-2009 LABAREDAS
É só choradeira…

Enquanto permite que se discuta em praça pública o seu comando técnico envolvendo um adversário directo e anuncia a composição do seu (uma vez mais…) super-plantel, há um clube que ficou a «escassos» 11 pontos do Tetracampeão e que se entretém em exercícios rebuscados de demagogia. «Onde páram 16 pontos»? O Labaredas dá uma pista… Primeiro corrijam o erro de ortografia no «param», a seguir procurem um espelho e detectem a incompetência generalizada de quem vive de uma tradição esfarrapada.

Chamam-lhe «verdade inconveniente». Sim, o Tetra do F.C. Porto é de facto uma verdade inconveniente. Especialmente para quem não gosta do clube, resume os seus méritos nos queixumes do costume e teima em não reconhecer a dimensão de elite que os Dragões atingiram.
Depois de terem tentado jogar a UEFA Champions League na secretaria e não nos melhores palcos do planeta, após novo falhanço do enésimo «melhor plantel de sempre», no encerramento de mais um ano para esquecer, nada melhor que uma contabilidade ardilosa para nos fazer rir. Insistam em lançar poeira para o ar. O verão é longo. E nos meses de canícula, claro, vocês são sempre campeões! Viva a silly season!
Fonte: site oficial do FC Porto

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Via "Tetra" nas ruas do Porto!

O «Via tetra» foi, como se esperava, um percurso de consagração para o campeão nacional nas ruas da Baixa do Porto. No desfile pela cidade, o autocarro que transportou o grupo de trabalho do campeão (havia mais dois, um para as famílias dos campeões, outro para a comunicação social) foi aclamado em festa por milhares de adeptos, com o ponto alto a ser atingido na Avenida dos Aliados, em frente à câmara, por volta da meia-noite.




De entre os campeões, Raul Meireles foi quem assumiu as despesas da festa: o médio pegou no microfone e foi o grande animador durante o percurso. Hulk foi outro dos que fizeram questão de puxar a festa, com alguns arranques de hip-hop.



Aliás, foram os jogadores a decidir a banda sonora, escolhendo os temas com que puxavam o canto dos adeptos, enquanto distribuíam camisolas alusivas ao «Tetra». Já nos Aliados, foi com o hino do clube e os cânticos que os adeptos costumam reservar aos principais jogadores, no Dragão, que a festa terminou, com banho de champanhe e confettis pelo ar.



O plantel azul e branco e restantes elementos da estrutura tinha partido, poucos minutos após o final do jogo com o Sp. Braga, rumo à Praça do Infante, junto à Ribeira. Esse foi o epicentro da comunhão entre equipa e adeptos.



Entre gritos de ordem, salvas de exuberância e amálgamas de palavras apaixonadas, o veículo dos tetracampeões passa depois pelo empedrado da rua Mouzinho da Silveira, antes de alcançar o histórico Largo dos Loios.



Escoltado por um impressionante cordão humano, sempre num paciente pára-arranca, o autocarro abordou depois a Praça da Liberdade, antes de terminar o desfile na Avenida dos Aliados. Energia não faltou, entusiasmo e paixão também não. Folia, alguns excessos e ficou a promessa do reencontro com os heróis do tetracampeonato dentro de uma semana. Se o Paços de Ferreira deixar.